Terça-feira, Junho 09, 2009

Gran Torino


Gran Torino (2008)

Walt, um ranzinza americano veterano da Guerra da Coréia (Clint Eastwood), acaba de ficar viúvo e vive num bairro em transformação dominado por imigrantes asiáticos e gangues.

Forçado a conviver cercado de vizinhos da etnia Hmong, que não entende e não tolera, confronta-se com seus próprios preconceitos após impedir um jovem vizinho asiático de roubar seu estimado carro, um Gran Torino 1972, e involuntariamente tornar-se seu tutor. Ao impedir a ação de uma gangue que aterroriza o bairro, o ranzinza americano passa a ser visto pela vizinhança como herói.

criando laços de amizade com a família Hmong vizinha, identifica-se mais com eles do que com os próprios filhos e netos, este mais interessados nos bens que irão receber como herança, e com quem mantém antipatias mútuas. Preconceito, tolerância, convivência, valores, aceitação e amizade, são os temas desse filme que apresenta um final surpreendente.

Estrelando: Clint Eastwood, Geraldine Hughes, John Carroll Lynch, Cory Hardrict, Dreama Walker, Brian Haley.
Roteiro: Nick Schenk, baseado em estória de Dave Johannson e Nick Schenk

Direção: Clint Eastwood
Produzido por: Clint Eastwood, Bill Gerber, Robert Lorenz
Estúdio: Warner Bros.

Recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Canção Original ("Gran Torino").

Tempo de Duração: 116 minutos

Site Oficial: www.grantorino.com.br

Sábado, Outubro 25, 2008

Bella, o filme


Bella é um filme de uma pequena produtora (Metanoia Films) dirigido por Alejandro Gomez Monteverde e estrelado pelo ator mexicano Eduardo Verastegui e Tammy Blanchard. Foi ganhador do People`s Choice Award do Festival de Toronto, do "Legacy Award" do prestigiado The Smithsonian Institute e diversos outros prêmios.

Conta a história de Nina (Tammy Blanchard), uma jovem garçonete que vive na cidade de Nova York, engravida, perde o emprego e luta contra a decisão de conservar ou não seu bebê. Conhece Jose (Eduardo Verastegui), um chef de cozinha mexicano, ex-astro de futebol cuja carreira teve um fim abrupto.  Uma ação impetuosa os aproxima e transforma um dia comum numa experiência inesquecível.

Com uma linda fotografia e uma das produções mais inspiradoras dos últimos tempos, é um filme emocionante, que reafirma os valores familiares, o valor e dignidade da Vida Humana.

Classificação etária: Livre

Tempo de Duração: 91 minutos

Ano de Lançamento:  2006

Estréia no Brasil: Maio/2008

Título Original:  Bella

País de Origem:  EUA / México

Site oficial do filme: www.bellamoviesite.com/site/

Quinta-feira, Julho 26, 2007

Karol: o homem que se tornou Papa


Excelente filme, vale a pena assistir.

Elogiado pela Papa Bento XVI, que ficou comovido com a atuação de Piotr Adamczyk como Karol Wojtyla.


Sinopse

Karol Wojtyla (Piotr Adamczyk) é um jovem de 18 anos que está apenas começando sua vida como ator, poeta e escritor quando, do dia para a noite, assiste à sua pátria - a Polônia - ser cruelmente invadida por tropas nazistas. Após seu êxodo para a Cracóvia, passando pelos mais impensáveis horrores, Karol decide tornar-se padre. Poucos anos depois, o Comunismo também invade a Polônia. E Karol, humanista e defensor da tolerância, acabará combatendo o regime totalitarista com uma coragem que enfim fará a Polônia despertar de seu torpor, chamando a atenção de todo o planeta. Está inevitavelmente traçado o caminho de Karol Wojtyla rumo ao seu santo destino, tornando-se um dos Papas mais célebres, queridos e populares de todos os tempos...

Informações Técnicas

Título no Brasil: Karol - O Homem que se Tornou Papa

Título Original: Karol, un uomo diventato Papa / Karol - A Man Who Became Pope

País de Origem: Itália
Gênero: Drama / Documentário
Classificação etária: 16 anos
Tempo de Duração: 310 minutos

Direção: Giacomo Battiato

Sexta-feira, Maio 18, 2007

Sonata de outono ou a falta que o amor faz


Após sete anos, mãe e filha se reencontram. Eva (Liv Ullman), está casada com um pastor, enquanto a pianista Charlotte (Ingrid Bergman), a mãe, continua com sua agenda lotada, mas resolve atender ao pedido da filha para que vá ao seu encontro. Eva é quem cuida da irmã Helena (Lena Nyman), que sofre de uma doença degenerativa e tinha sido deixada pela mãe em um hospital. O reencontro tinha tudo para ser alegre. Contudo, Eva guarda mágoas que não pode mais esconder.
O famoso diretor sueco Ingmar Bergman trata nesse filme, além das já observadas questões psicanalíticas, da falta que o amor faz na vida de uma pessoa. Eva nunca teve o amor da mãe, pois essa sempre esteve mais preocupada com sua carreira de pianista. Adulta e casada, é uma mulher hipersensível, tímida e introspectiva. A mãe, por sua vez, é uma mulher, para utilizar as próprias palavras da personagem, que adquiriu experiência, mas nunca amadureceu.
Sonata de Outono é um filme duro, mas necessário, principalmente em uma época em que a carreira profissional é tida como fundamental para a felicidade própria, não raras vezes em detrimento da família. Cabe ressaltar a excelente direção, a ótima interpretação das atrizes – uma das cenas marcantes é o desabafo de Eva –, a música maravilhosa, a fotografia que mais parece pintura, enfim, tudo no filme é brilhante.
Indicado para aqueles que procuram não tanto o entretenimento, mas sim uma grande obra de arte que, como qualquer outra, nos faz conhecer as profundezas do ser humano.
SONATA DE OUTONO
Höstsonaten, França/Alemanha Ocidental/Suécia, 1978.
Direção e Roteiro: Ingmar Bergman.
Elenco: Liv Ullmann, Ingrid Bergman, Lena Nyman, Halvar Björk.
Fotografia: Sven Nykvist.
Direção de Arte: Anna Asp
Música: obras de Johann Sebastian Bach, Frédéric Chopin, Georg Friedrich Händel e Robert Schumann.

Segunda-feira, Março 19, 2007

Elza e Fred


Elza e Fred é um filme tocante, sensível e cômico. É uma história de amor tardio. Uma história de duas vidas que no final do caminho descobrem que nunca é tarde para amar...nem para sonhar.

Fred (Manuel Alexandre) é um pacato senhor com quase 80 anos que se muda para um novo prédio logo após ficar viúvo, e conhece Elza (China Zorrilha) sua vizinha, também com quase 80 anos. Ela, que sofre de grave doença, é muito atirada, otimista e comunicativa, e tenta viver intensamente cada dia, enquanto Fred é um hipocondríaco e quieto senhor. Mesmo com essas diferenças, e pela insistência de Elza, essas diferenças são superadas e juntos redescobrem o prazer de viver, a cumplicidade e a amizade.

O que pareceria um filme monótono revela-se dinâmico, cheio de senso de humor e, acima de tudo, comovente.
Título Original: Elsa y Fred
Tempo de Duração: 108 minutos
Ano de Lançamento (Argentina / Espanha): 2005
Site Oficial: www.elsayfred.com
Direção: Marcos Carnevale

Segunda-feira, Fevereiro 05, 2007

Nos cinemas : À procura da felicidade

Diretor: Gabriele Muccino. Com: Will Smith, Thandie Newton, Jaden Christopher Syre Smith, Brian Howe. 117 min.

O filme recria a história real de Chris Gardner, um vendedor de San Francisco, trabalhador e idealista, que fica arruinado em meados dos anos 80. Em seguida, sua esposa o abandona, levando o filho de cinco anos. Mas Chris recupera a guarda do garoto e ambos partem. Ele e seu filho viverão em hotéis barato, refúgios para mendigos, rodoviárias, banheiros de metrô e até na rua.
O italiano Gabriele Muccino (O último beijo) estréia com brilho em Hollywood com esse emotivo melodrama social, que valeu a Will Smith as idicações ao Globo de Ouro e ao Oscar de melhor ator.
Muccino desenvolve com fluidez os conflitos dramáticos e equilibra o otimismo da história com um tom moderadamente hiper-realista, grosseiro apenas em uma ou outra ocasião. Por isso, ainda que não chegue ao nível de suas referências clássicas (como os filmes de Frank Capra) e modernos, “À procura da Felicidade” é um filme divertido, emotivo e agradável de assistir.

(Por Jerónimo José Martín - Aceprensa)

Quinta-feira, Fevereiro 01, 2007

Nos cinemas: Apocalypto


Masoquista, anti-semita, radical são algumas das poucas ofensas que foram dirigidas a Mel Gibson, diretor de Apocalypto. Muitos críticos não o perdoaram por ter feito um filme narrando as últimas horas de Cristo. Por isso, em vez de apontar os defeitos do seu novo filme, ofendem o diretor. Bela atitude para uma crítica que pretende ser séria...
Apocalypto, diga-se já, é um bom filme, alíás, muito bom. Não é excelente por alguns motivos que diremos a seguir, mas está longe de ser ruim ou fraco, como jornais e revistas o qualificaram. Rodar um filme em dialeto maia nas florestas do México já seria um ponto a ser destacado, visto que as cenas ganham em realismo e o espectador pode se sentir participante da ação. Além disso, a primeira hora do filme, que tem no total mais de duas horas, é espetacular. Gibson conta a história de uma pequena tribo que tem a sua pacata existência conturbada, melhor, violentada, por guerreiros maias. Alguns dos sobreviventes são feitos prisioneiros e levados para o centro do império maia para serem sacrificados. Entre eles, está Jaguar Paw, que conseguiu esconder o filho e a mulher grávida em um buraco antes que guerreiros maias acabassem com a sua tribo. Ele tentará fazer de tudo para voltar às suas origens e salvar seus familiares.
A pequena sinopse terminou com um "tentará fazer de tudo" porque é esse o estilo que o filme assume na segunda parte. Para quem assistiu outros filmes do diretor, sabe a que me refiro: um contra todos e todos contra um, em uma caçada implacável. Aí está, acredito, um dos defeitos do filme, pouco comentado pela crítica. Quando Jaguar e seus companheiros chegam ao império maia para serem sacrificados, o espectador espera que seja mostrado a causa da falência daquele suntuoso império, mas isso não acontece. Sabe-se nas entrelinhas que aquela civilização está em decadência, o que é pouco. Além disso, há cenas de extrema violência, algumas desnecessárias, embora o assunto do filme seja, de certa forma, a violência humana.
Alguns momentos de reflexão valem o destaque: a questão do medo, que pode ser interpretada em um sentido existencial e a lenda contada pelo pajé, narrando o vazio que os homens levam no coração são bastante interessantes. Novamente Gibson faz um filme com poucos diálogos, muita ação e com a câmera voltada para o rosto dos atores, mais precisamente no olhar dos personagens. Como sabemos, é pelo olhar que se conhece uma pessoa. Essa é a pretensão de Gibson: conhecer o homem em situações limite. A Paixão de Cristo é um trabalho maior, mas Apocalypto é um bom filme com alguns grandes momentos.

Segunda-feira, Outubro 16, 2006

O diabo veste Prada


Diretor: David Frankel. Com: Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt, Stanley Tucci, Adrian Grenier. 109 min. Indicação:Jovem-adulto

Miranda Priestly é a redatora-chefe de "Runway", uma prestigiada revista norte-americana de moda. A redação de "Runaway" mais parece uma passarela, na qual os jornalistas-modelos desfilam ao som da música de sua despótica chefe. São as regras do jogo, que deverão ser aprendidas por Andrea Sachs, a última estagiária contratada por Miranda, se quiser manter seu emprego.
Em 2003, Lauren Weisberger escreveu "O diabo veste prada", um bestseller aplaudido pelo público e criticado pela imprensa, sobretudo a especializada em modo. Não era susscetibilidade: Weisberger trabalhou como estagiária na "Vogue", sob o comando de Anna Wintour, chefe da edição norte-americana da famosa revista francesa e uma das pessoas mais influentes no mundo da moda. O filme, portanto, é uma cruel radiografia do mundo do jornalismo e da moda, vestida de comédia despretensiosa.
O filme é previsível, mas David Frankel contou com um roteiro inteligente e, por vezes, divertido, que recolhe algumas idéias certeiras sobre o preço da fama. Além disso, há um bom entorno técnico e a segurança na atuação de Meryl Streep e de um inspirado Stanley Tucci. O resultado é uma comédia mito superior às do gênero.
Além disso, para que tudo termine bem, Anna Wintour levou com bom humor o filme e foi a estréia vestida, como?, com um belo Prada.

Segunda-feira, Setembro 18, 2006

Os Incríveis


Uma aventura divertida para todas as idades, que com humor trata de muitas questões familiares.
OS INCRÍVEIS conta a história de uma família de super-heróis “aposentados” que redescobrem a verdadeira fonte de seus poderes – o amor e o companheirismo. Quando era um dos maiores mascarados defensores da humanidade, Beto Pêra (Sr. Incrível) lutava contra o mal e salvava vidas diariamente. Mas quinze anos depois, ele e sua esposa Helena (Mulher Elástica) foram forçados a assumir identidades civis e retirar-se para o subúrbio. Hoje, eles e todos os outros antigos super-heróis, vivem como simples mortais.

Beto e Helena vivem uma vida comum com seus filhos, Violeta e Flecha, que tentam de qualquer maneira parecerem “normais”. Como funcionário de uma empresa de seguros, agora Beto combate somente o tédio e luta, no máximo, com a balança. Louco por um pouco de ação, o super-herói “excluído” consegue a chance pela qual estava esperando, quando recebe uma misteriosa mensagem e é recrutado para uma missão confidencial em uma ilha distante. Agora, com o futuro do mundo em suas mãos, a família deverá unir as forças e, mais uma vez, despertar o extraordinário em sua vida familiar.

Título Original: The Incredibles Gênero: AnimaçãoTempo de Duração: 115 minutosAno de Lançamento (EUA): 2004Estúdio: Walt Disney Pictures / Pixar Animation Studios Direção e Roteiro: Brad Bird Música: Michael Giacchino

Sábado, Setembro 02, 2006

Nos cinemas: A dama na água


Diretor e roteirista: M. Night Shyamalan. Com Paul Giamatti, Bryce Dallas Howard, Bob Balaban. 110 min. Conteúdo: Violência

Cleveland Heep é encarregado de manter um prédio, ainda que essa não seja sua verdadeira profissão. Um sujeito de rosto triste, instalado na rotina, foge do seu passado por meio de um trabalho que o obriga a se relacionar com os vizinhos do imóvel, ainda que sem qualquer intimidade. Sua preocupação atual é o barulho que é escutado à noite na piscina, o qual atribui a alguém que se aproveita para tomar banho à noite. Na verdade, trata-se de Story, uma “narf” ou ninfa aquática, jovem de coração puro e de excelentes qualidades, que foge de terríveis criaturas.
M. Night Shyamalan definiu seu filme como uma “história de ninar”, definição exata. Ainda que fiel à sua filmografia (O Sexto sentido, Sinais), essa trama serve para explorar os temas que o interessam, constantes que são repetidas em seus filmes: a fé, a incomunicação, a necessidade de se ocupar com os outros, o uso dos próprios talentos, o papel que cabe a cada um desempenhar nesta vida... Com um formato de “thriller”, e até mesmo de hisória de terror, faz pensar, o que não é pouco.
Contudo, do ponto de vista meramente do assunto, “A dama na água” é menos bem realizada que os outros filmes do diretor. Afirma o cineasta que pensava em criar sua própria mitologia, ao estilo de Tolkein, Rowling ou Roald Dahl. Se assim for, ainda há um longo caminho a percorrer, já que a história de ninfas e monstros mostra-se por demais esquemática. Esse modo de apresentá-la – a avó de uma jovem oriental conhece, por acaso, tudo, ou quase tudo sobre as “narf” – não é particularmente criativo. A sorte é que Shyamalan é um diretor de grande personalidade, com um mundo próprio. De modo que, mesmo com uma trama mais fraca que o habitual, conta sua história com grande força.
(José María Aresté, Aceprensa)

Terça-feira, Agosto 29, 2006

Sexta nos cinemas: "United 93"


United 93
Estréia: 1º de Setembro de 2006
Diretor e roteirista: Paul Greengrass. Atores: Ben Sliney, Christian Clemenson, Trish Gates, Polly Adams. 100 min. Jovens-adultos.
Conteúdo: Violência

Como sabemos, o vôo 93 da companhia United foi o único dos quatro aviões seqüestrados no 11 de setembro que não alcançou seu objetivo, mas caiu em uma zona desabitada da Pensilvânia, devido a uma rebelião dos passageiros contra os seqüestradores. “United 93” é uma minuciosa reconstrução daquela terrível manhã. Tem início mostrando os passageiros do vôo preparando-se para embarcar e demais rotinas. Em seguida, recria a ação, desde a primeira hora da manhã até a destruição do avião, alternado imagens do vôo com as do Centro de Controle de Tráfego Aéreo, as de outras estações de controle e as de um centro de comando militar.
O diretor Paul Greengrass (Domingo Sangrento, A supremacia Bourne) realizou um destacado trabalho de documentação com a finalidade de refletir a realidade com a maior fidelidade possível. Até mesmo os figurantes do filme fora protagonistas do 11 de setembro e interpretam a si próprios. O público assiste em tempo real os acontecimentos e compartilha emoções e dúvidas com os protagonistas: civis, militares e terroristas. Não se fala sobre terrorismo islâmico, nem sobre política. Não há discursos, nem se propõem hipóteses audazes apoiando-se no que se soube depois. Não se narra a história de nenhum personagem, nem se recorre a nenhum ator carismático que atraia a atenção do público. Tudo se desenvolve em um ambiente de naturalidade e sobriedade emotiva, entre gente normal.
“United 93” é um bom filme, que consegue superar dois grandes perigos: ser interessante a um público que sabe tudo o que ocorreu naquele dia, e evita fazer um filme superficial de propaganda patriótica. Há muito de tragédia grega, pois tudo tende inexoravelmente a um fim conhecido, que não se deseja, nem sequer o roteirista pode modificar.
Por Fernando Gil-Delgado (www.aceprensa.com)

Sexta-feira, Agosto 25, 2006

Nanny McPhee - A Babá Encantada
Uma misteriosa babá é contratada para trabalhar na casa de um homem com problemas financeiros, que têm 7 filhos que são verdadeiras pestes. Após forçarem o pedido de demissão da 17ª babá, o pai (Cedric) ouve a sugestão de que contrate a babá McPhee (Emma Thompson). O problema é que ele não tem a menor idéia de como encontrá-la.

Título Original: Nanny McPhee
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 97 minutos
Ano de Lançamento (EUA / Inglaterra / França): 2005
Site Oficial: www.nannymcphee.com

Estúdio: Universal Pictures / Working Title Films / Studio Canal / Three Strange Angels Direção: Kirk Jones
Roteiro: Emma Thompson, baseado nos livros de Christianna Brand
Elenco: Emma Thompson (Babá McPhee), Colin Firth (Cedric Brown), Kelly Macdonald (Evangeline), Celia Imrie (Selma Quickly), Derek Jacobi (Sr. Wheen) e outros.
Zathura Uma aventura espacial
Dois irmãos briguentos são lançados em pleno espaço enquanto disputavam uma partida de um misterioso jogo achado no porão de sua velha casa. Eles enfrentam uma série de perigos que jamais imaginaram que fossem passar. Na companhia de um astronauta perdido, eles têm que achar o planeta zathura, terminar o jogo e voltar o mais rápido possível para casa. E assim aprendem o valor da amizade entre eles. Livre.

FICHA TÉCNICA
Título Original: Zathura
Tempo de Duração: 113 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2005
Estúdio: Walt Disney Pictures
Direção: Jon Favreau
Roteiro: David Koepp, John Kamps, baseado em romance de Chris Van Allsburg
Site oficial: www.sonypictures.com.br/hotsites/cinema/524/index.html

Quinta-feira, Agosto 24, 2006


Doze é Demais 2
Uma família bem divertida

Tom (Steve Martin) e Kate (Bonnie Hunt) têm de lidar diariamente com um “pequeno” problema: os seus doze filhos. Neste segundo filme, a família começa a sofrer algumas mudanças, pois os filhos mais velhos vão sair de casa para estudar, trabalhar e casar.
Para manter a família unida, Tom tem uma idéia: passar as férias no lago. Tudo estaria perfeito se não fosse por um problema: o seu vizinho é um antigo ex-colega, Jimmy (Eugene Levy), que tem oito filhos e sempre morreu de ciúmes de Tom.
Jimmy é bastante competitivo e tentar mostrar a Tom que este não tem a família perfeita que ele possui. Enquanto isso, os filhos de ambas as famílias convivem harmoniosamente (e amorosamente) muito bem.
O primeiro filme da série foi um pouco mais reflexivo do que este segundo, pois mostrava com mais detalhes as dificuldades e alegrias de uma família numerosa. Nessa continuação, o foco é o crescimento dos filhos e a liberdade que os pais devem saber respeitar e os filhos, conquistar.

Avaliação: Bom
Uma comédia leve e divertida.
Título Original: Cheaper by the Dozen 2
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 1 hora e 33 minutos
Direção: Adam Shankman
Com:Steve Martin, Bonnie Hunt, Piper Perabo.
Diretor: Adam Shankman
O Exorcismo de Emily Rose
Possessão ou doença?

Alemanha. 1976. Um sacerdote é chamado à casa de uma família cristã porque a filha de 23 anos diz estar sofrendo de possessão demoníaca. Após diversas tentativas de exorcismo, Emily Rose morre. O padre é levado a julgamento porque havia solicitado a garota que parasse de tomar os medicamentos contra uma suposta epilepsia. A advogada do padre será Erin Bruner, uma gnóstica e o promotor, um cristão. Não passaria de uma nova história de terror se o caso não fosse verídico. Na vida real, a jovem chamava-se Anneliese Michel e não havia apenas um padre exorcista, mas dois. Produtores alemães estão prometendo contar toda a verdade em um novo filme, Réquiem, sobre a história da jovem.
O filme acerta ao não descambar para o terror e tentar mostrar os dois pontos de vista, pois o padre só vai a julgamento porque se acredita que o demônio não existe, logo, tratava-se de uma doença mental que deveria ser tratada. Além disso, conta com a ótima atuação de Laura Linney no papel da advogada gnóstica e de Tom Wilkinson, como o Padre Moore.
O diretor acerta ao contar a história em flash-back: todas as cenas da jovem são relembradas no tribunal.
Ainda hoje há controvérsias sobre a veracidade da possessão, pois, à época, o exorcismo foi autorizado pelo bispo de Würzburg, Alemanha, mas, conforme o site Catholic Youth Ministry, uma comissão de bispos alemães, após o julgamento dos sacerdotes, disse que Anneliese não estava possuída. Porém, há mais de 40 horas gravadas das cenas de exorcismo, na qual a jovem dizia estar possuída pelo mesmo demônio de Caim e Hitler, entre outros.
O filme é assustador, mas não pelas cenas, que não são sensacionalistas, mas pelo tema em si. A dúvida continua.

Dirigido por Scott Derrickson.
Com: Laura Linney, Tom Wilkinson, Jennifer Carpenter
Duração:1 h 54 min
Avaliação: Bom
saiba mais no site da Sony